Acabei de retornar da urgência, pois não conseguia dormir devido a uma dor no ouvido direito. O médico que me atendeu (muito solicito, acho que nem olhou para mim) disse que eu estava com amigdalite e teria que tomar uns remédios (droga!). Para melhorar meu sofrimento receitou uma injeção de Dipirona. Resultado: a dor de ouvido está bem mais fraca, em compensação eu escrevo esse texto só com a mão direito, visto que a esquerda está parada pois o braço dói. :P
31 agosto 2007
30 agosto 2007
Que essa doença seja amor.
. Bom, retornando a vida normal de sempre, me deparo com uma gripe para estragar minha última semana de férias. Isso deve ter sido praga de alguma pessoa insatisfeita com a minha felicidade (se é que tem alguém que ligue para isso). Ainda me dei uma caminhada na praia e um cinema de presente, para não dizer que não fiz nada nesses últimos dias. Cheguei a trabalhar ontem, no entando a gripe resolveu cobrar o preço e hoje fiquei o dia todo de cama. Que maravilha!!!!
.
. Estou sem ter o que escrever do dia a dia, então resolvi começar a escrever texto sobre algo mais interessante. Aguardem o próximo post.
26 agosto 2007
O sol chegou
O sol chegou
Nem licença pediu,
Me acordou com um tapa de luz.
Porta não há
Que me possa abrigar,
Tô no tempo
O tempo é meu lar.
.
Hora de levantar
Hora de se lavar
Hora de despertar
Para o dia.
.
Hora de alimentar
Para poder brincar
Nós temos de enfrentar
Mais um dia .
.
_________________________________
Canção da despedida
.
Por que perder a esperança,
de nos tornar a ver?
Por que perder a esperança,
se há tanto querer?
.
Não é mais que um até logo,
Não é mais que um breve adeus,
Bem cedo junto ao fogo
tornaremos a nos ver.
.
Com nossas mãos entrelaçadas,
ao redor do calor.
Formaremos esta noite,
um círculo de amor.
.
Não é mais que um até logo,
Não é mais que um até logo,
Não é mais que um breve adeus,
Bem cedo junto ao fogo
tornaremos a nos ver.
.
Pois o Senhor que nos protege
E nos vai abençoar.
Um dia, certamente
vai de novo nos juntar.
.
Não é mais que um até logo,
Não é mais que um breve adeus,
Bem cedo junto ao fogo
tornaremos a nos ver.
23 agosto 2007
Cada cabeça é um mundo.
Agora vem a sessão pessoas do relato da viagem. Pode ser o mais curto, no entando é o mais difícil e problemático.
.
Começando do começo, vou falar do pessoa da casa da Júlia. Todos pessoas muito legais, que vão ter sempre meu carinho. Jú, vou fazer um estátua pra Lorena agradecendo o fato dela ter nos apresentado. Depois mando metade da conta procê. Hehehehe.
Lí, espero que você cresça e deixe de ser tão chata, mas ainda assim você é um pessoa legal. :D
Dona Fátima e Seu Ricardo, muito obrigado por me receberem tão bem em sua casa. Vou ficar devendo essa.
Lau, adorei as prosas e as comidas.
.
Galera da PUC, espero ter mais oportunidades de conversar com vocês. Faço aqui uma menção especial ao Moisés. Cara, você é muito gente fina. E trate de puxar a orelha do povo do CA. Eles são muito folgados.
.
Galera do curso de coordenadores: vocês vão ficar guardados na minha memória pra sempre. Galera esperta, bem diversificada e engraçada.
.
Galera da CO do ENEB: tive pouco contato com a maioria, mas alguns nao me foram palatáveis, enquanto outros pareciam ser pessoas legais. Fica pra uma proxima.
.
Gaçera das escolas participantes: tive gratas surpresas. :D
.
Agora vamos por parte. Falar sobre as pessoas que merecem menção em separado.
- Ju: não dá pra explicar o qual grato eu sou por tudo. Beijao.
-Moisés: Cara, você é demais. Que habileee!!!
- Ligia: você é muito legal. Saudades de tu.
- Naiara: bicho grilagem em forma de gente. Muié bacana demais.
- Cleo: parceira, vc ainda tem muito caminho pela frente, mas deixe de ser enrolada. Hehehe.
- Shizen: paciencia em forma de pessoa.
- Ana Paula: má influencia!!!!
- Vanessa: espero que venha mesmo fazer uma visita final do ano.
.
Acabo aqui o relato da viagem. Agora detalhes só em off.
22 agosto 2007
21 agosto 2007
O trem está saindo da estação
Agora a parte do ENEB. Essa tem mais detalhes e um tanto de subjetividade, havendo divergências entre algumas pessoas que conheço e participaram do encontro. Então isso aqui é a MINHA visão.
.
O ENEB começou pra mim na quarta antes do seu início, pois participei do curso de coordenado de grupo que foi oferecido pela CO. Como havia muito calouro de curso e de encontro, além de pessoas de outros cursos, achei um ótima sacada e deveria se tornar obrigatório, junto com o curso de construção coletiva. O curso foi interessante e ajudou a me enturmar com uma galera completamente desconhecido. Só faço ressalvas ao excessivo número de dinâmicas aplicadas. Bicho grilagem pesada.
.
O grupo de coordenadores funcionou muito bem. Fiz algumas boas amizades e dei partida em outras, mas na correria do encontro não dá muito tempo pra conversas. Infelizmente.
.
O encontro começou de verdade no sábado dia 11, quando os primeiros ônibus começaram a chegar. Ainda estávamos no corre-corre pra aprontar várias coisas, então foi meio que na base do deus nos acuda. A galera do nordeste chegou so de madrugada, já no domingo. Chegando levei a galera pra dar um voltar e acabamos tomando café as 6:15 da manha. O resto do dia vou arrumando coisas e quebrando galhos. A Abertura foi muito boa, mostrou bem o que seria o resto do evento: um tapa nas nossas caras para nos fazer abrir os olhos e ver o mundo que estamos construindo.
.
Na segunda teve a reunião dos multirões e a divisões dos grupos menores. Como coordenador do multirão abelha, espécie mamangava, tinha um trabalho desafiante pela frente: fazer com que a galera participace dos espaços e dos debates no meu grupo. E pra ajudar meu serviço a primeira mesa foi desconexa com o tema proposto. Achei que ia tudo por água abaixo, mas o grupo deu muito certo. Pela primeira vez vi algo que não fosse imposto em encontros de biologia funcionar a contento. Ai veio outro problema: o pouco tempo do espaço. A galera tava afim de debater mais, só que acabou a hora. Aí veio a pre vivencia, quando fui coordenador de uma delas. Achei interessante a instiga que o povo estava. Meu trabalho havia terminado até a quarta pela manhã.
.
Terça foi descanso e reunião, além de muitas gargalhadas. Saimos eu e uns amigos para conversar, bater papo, gastar tempo. Legal demais, sendo que a noite foi embora numa reunião.
.
A quarta chegou mais rápido do que o esperado, e aí foi hora de gastar tempo no bar, no período das oficinas. Como essas coisas fazem bem. De noite foram as pós vivêcias, da qual eu gostaria de ter participado, mas não pude pois tinha que fazer cerimônia para o facilitador do GD de mídia no outro. O nome dele é Laerte Braga. Coroa gente finíssima. O GD foi esvaziado porque na noite anterior a cultural foi pesada. A tarde, na mesa dois, as coisas foram mais produtivas. Apesar de termos menos pessoas no grupo, a coisa fluiu como da primeira vez. Na sexta foi espaço MEBio pela manhã nos grupos e de tarde em assembléia. Espaços válidos como preliminar da Assembléia Nacional do sábado.
.
A assembléia transcorreu sem maiores percalços, sendo votados alguns pontos do estatuto. Depois foram 25h de viagem de Viçosa a Aracaju. Muita coisa rolou no onibus, mas eu não estava com saco. Muita coisa na cabeça.
.
O final desse relato foi corrido por falta de disposição devidos a algumas conversas durante a noite. Ai a cabeça foi pras cucuias e perdi o fio da meada.
.
Farei um outro relato sobre as pessoas durante a viagem.
Viva a Minas!!!
Estou eu novamente em terras sergipanas, no mundo real e diário do meu quarto. Resolvi divtoidir o relato da viagem em dois. Um sobre o turismo em Minas, o outro sobre o ENEB. Isso ao fato de serem coisas bem distintas, não ficando didaticamente interessante misturar.
.
Uma parte da viagem eu já postei antes, mas de forma bem ligeira. Vou tentar ser um pouco mais completo dessa vez, no entanto não tenho como escapar da repetição dos fatos.
.
Começo pelo relato da ida a BH. Nesse momento atual de caos aéreo, acho que dei sorte na minha primeira viagem de avião de verdade. Meu vôo chegou antes do previsto!!! Trajeto tranquilo, sem turbulências e com o nascer do sol mais bonito que já vi (mas não o mais legal). Chegando no aeroporto de BH dei de cara com o clima mineiro: manhã fria, seca e sem vento. Esperei Júlia (aquela que seria minha guia e companheira por toda a viagem) chegar para ir a casa dela. No caminho já fui vendo um pouco do que é BH e sua região metropolitana, que se parece um tanto com Salvador pela topografia. Muitos lugares interessantes.
.
Chegando na casa da Jú, que fica em Betim, fui me ambientando com o jeito mineiro de ser. O sotaque, o jeito das pessoas, as comidas, o papo. Tudo muito bom. Conheci a família da Ju, todos muito legais. E ao poucos fui me ambientando.
.
Conheci alguns lugares legais em Betim: a Vale Verde (alambique-fazenda); a PUC; o Salão do encontro (uma entidade de ajuda a crianças carentes); a casa do Kim (sensei da Jú); um lugar que fui comer batata recheada mas não me lembro o nome; uma pizzaria que vende duas pizza grandes por R$ 11,90. Conheci muita gente bacana que espero encontrar novamente.
.
Além de Betim e BH eu também visitei o Parque do Caraça, Mariana e Ouro Preto. O Caraça é um lugar lindo. E frio!!!. A noite chega perto do 0°. Como diz a placa lá: um paraíso. Situado no meio de um encontro de cadeias rochosas, o Caraça tem várias trilhas para se fazer, cachoeira, lobo-guará e uma história pra contar. O lugar era um colégio de padres, de onde sairam pessoas importantes do Brasil no começo do século passado, que devido a um incêncio acidental foi dasativado. Hoje, no local do colégio existe um museu.
.
Ouro Preto é um Pelourinho de tamanho gigante. Kkkkk. Falo sobre a arquitetura do prédios e as ladeiras de paralelepípedos. Lá existem vários museus e casas para se visitar, além das igrejas. O clima é bem legal e o por do dol muito bonito. Um dia volto la com mais calma. E descubro um restaurante decente pra comer.
.
Mariana foi a primeira capital mineira, então lá reside parte da história da região. Não tem tanta ladeiras e igrejas com Ouro Preto, mas também tem suas peculiaridades. Tenho um teoria de que essas cidades de interior históricas são para se conhecer no dia a dia, não só durante uma tarde ou mesmo um dia. Tenho que voltar lá também, mas já sei onde comer. :D
.
O restante da viagem entra na conta do ENEB. E lá també faço o repasso dos recados pra cada pessoa.
16 agosto 2007
Pao de queijo com jornal
Em mais um momento de folga cibernética, venho aqui deixar um ola.
Quando falei que vamos entrar na parte crítica do encontro estava me referindo aos espaços que estao ocorrendo esses dias, além das conversas politicas para a assembleia.
Nao me viciei em comida mineira, mas nao posso negar que é muito boa. A cachaça eu nem provei.
Vou descansar um pouco agora.
PS1: Galega de itabaiana, pode comentar quando quiser. Eu gosto.
15 agosto 2007
Como movimentar esse trem?
Atualizando direto de Viçosa e na base da correria, passo aqui pra dizer que vai tudo bem. O encontro vai entrar na sua parte mais crítica, então é agora que a coisa fica trash. Prometo que quanto chegar em Aju e tirar a roupa da mala dou um relato mais completo.
Pessoas, não é porque estou viajando que vocês não precisam me mandar scraps ou messagens.
Até a volta.
Pessoas, não é porque estou viajando que vocês não precisam me mandar scraps ou messagens.
Até a volta.
05 agosto 2007
Estou a dois passos do paraíso...
Dando continuidade ao diário de viagem, vou falar dos últimos dias por aqui. Depois de ficar conhecendo lugares próximos de Betim, dei um passo um tanto quanto maior e fui conhecer o Parque do Caraça. Situado a uns 180km de Betim, o Caraça era um antigo e conhecido colégio para padres, situado no município de Santa Barbara e a 1200m de altitude. O parque agora é uma RPPN (você não sabe o que é? Me pergunte!) que preserva um ambiente de transição entre mata atlântica e cerrado. Cercado de montes por todos os lados, faz um frio legal por lá. Principalmente a noite.
.
O Caraça era um antigo colégio para padres, situado no meio de um monte de serras. Além da paisagem em si, que é muito bonita, temos o santuário em si para visitar. Ele foi erguido nos idos de 1700 e funcionou até 1968, quando ocorreu um incêndio e o colégio foi fechado. O lugar foi reformado e agora virou um museu. Muito bonito, por sinal.
.
Lá também serve de alojamento para os visitantes, sendo que a diária da direito a 3 refeições. E que refeições: cafe, almoço e janta self-service de comida caseira da melhor qualidade. Vou voltar um boi pra Sergipe. Hehehehe.
.
Ontem teve reunião do DA de Bio da PUC e fui ver como era. Constatação: reunião de DA é igual em todo lugar. Ainda bem. O povo do DA daqui é muito gente boa e diferentemente do que estou acostumado a ver na UNIT, são conscientes das problemáticas tanto da universidade quanto do mundo a volta deles. Claro que eles tem alguns problemas que o CALB gostaria de ter como, por exemplo, o que fazer com o dinheiro em caixa. Ô dúvida cruel.
.
Os relatos agora vão ser superficias, pois tenho coisa melhor a fazer que ficar na frente de um computador. Mas depois eu me aprofundo.
.
Fui.
02 agosto 2007
Beba um copo e deixe outro para mim...
Depois de mais alguns dias em terras mineiras, cá estou eu escrevendo novamente. Mais habituado com o clima daqui (mas nem tanto com as roupas de frios do pessoal daqui) e alimentação (nó, esse povo come muita coisa boa), passei a prestar mais atenção na cidade em si. Muito calma, não tem tanto barulho ou trânsito, Betim está para uma Aracaju tranquila. E sem arrocha ou pagode.
.
Fui conhecer a PUC daqui. Universidade relativamente pequena, mas bem arrumada. A galera é gente fina (com um sotaque bem peculiar de mineiro) e animada, me receberam muito bem. Aproveitei para retribuir formatando os micros do DA de Biologia (será que o CALB vai ter um algum dia??). Parece sina: não consigo desgrudar do meu serviço. Mas é assim mesmo.
.
Fui conhecer a Vale Verde, uma fazenda/parque ecológico onde se produz a melhor cachaça do país (pelo menos no ranking da Playboy), tem áreas de viveiros e apoio veterinário a aves. Lá se produz também orquídeas. Bem bonito e legal. Tanto é que contei 5 equipes de fotográfos fazendo books de 15 anos e casamentos por lá. Kkkkk.
.
Falei com minha irmanzinha de Viçosa, a Julicka, e ela já me intimou a ir pra lá mais cedo para participar do curso de coordenadores do ENEB. Mais responsabilidade e mais satifação. E vamos a luta.
.
Já já estou saindo para ir ao Parque da Caraça, passear um pouco. Se tudo der certo só volto amanhã. Té mais.
30 julho 2007
Diário de bordo 1
Aqui vai o primeiro post de férias. Escrevo já em terras mineiras, depois da minha viagem de avião. Vamos lá!
.
Primeiro, o vôo. Viajar às 2:50 da madrugada não é nada legal. O aeroporto de Aracaju continua com várias goteiras e a fila estava enorme. Mas, milagrosamente, o vôo saiu ANTES do previsto. Seria isso um bom sinal?? O trajeto Aracaju-Maceió foi tão rapido que nem deu tempo de se acomodar no acento. Um copo de refrigerante servido e só. Em alagoas escala para Brasília. O avião parecia onibus em dia de de praia: lotado!!! E mais um vez o voo saiu antes do previsto. O caminho para BSB levaria aproximadamente 2h. E me reservou uma coisa maravilhosa: ver o nascer do sol sobre as nuvens, de dentro do avião. Lindo demais. Só faltou uma câmera e eu estar na janela. Em brasilia mais um entra e sai de gente no avião. Eu fiz todo o percurso sem trocar de aeronave. E chegando em BH, sai do aeroporto e pude sentir o clima daqui.
.
Clima bom. Friozinho no limite de usar roupa de frio (mas meu orgulho nao deixa), tempo aberto e um tanto quanto seco. Quando bate um vento arrepia... Chegando conheci um monte de gente, tanto na casa da Jú, quanto no churrasco que teve do sensei dela. Galera gente boa demais da conta, sô. A noite fui ao cinema assistir Transformers, depois um lanche no shopping e casa. Fui dormir 1h da manhã, quase 48h acordado. Mas ta valendo a pena.
26 julho 2007
Economize energia.
Com o passar do tempo e com a idade começando a cobrar seu preço, cada vez sou mais adepto da teoria (não comprovada) do forrageio ótimo: gastar o mínimo de energia para capturar o máximo de alimento.
.
Ah?!?!?! Não entendeu?!? Deixe eu explicar: a grande mãe natureza, sabia em todos os aspectos, ensinou seu filhos irracionais (será??) a não desperdiçarem tempo nem combustível para algo que não tem utilidade. Isso faz com que aumente a probabilidade de sucesso e, consequentemente, de sobrevivência.
.
O que quero dizer com isso? Não vou ficar gastando as minhas poucas energias (químicas, físicas, monetárias e mentais) com coisas sem futuro. Atividades, relacionamentos, trabalho. Essas coisas demandam tempo e energia, e se ficar desperdiçando acabo não evoluindo. Isso é falta de adaptação. E quem não se adapta fica pra trás. Grande Darwin.
.
Mas também vamos economizar energia elétrica. O mundo não é renovável. Mas de acabarmos com ele, o mundo acaba com a gente antes. E voltará a estabelecer um equilibrio. Ele já está acostumado com reviravoltas e catastrofes. Nós não.
.
Então apague a luz, desligue o computador, troque as lâmpadas, feche bem a geladeira, regule o uso do arcondicionado, do microondas e do freezer. Cada um mudando um pouco, mudamos muito. E o resto do planeta agradece.
22 julho 2007
I did my way...
Ao som do Sinatra eu posto nesse momento. Pensando no que fiz e no que preciso fazer nesse momento. E concordo com ele: o mais importante, no final, é ter feito do meu jeito. Nem que dê errado.
.
A vida é feita de escolhas, nem sempre fáceis de se tomar ou que tenham resultados previsíveis. Muitas delas são tiros no escuro, que podem acertar no próprio pé. Outras são a luz no fim do túnel, aquilo que vai guiar pelo caminho certo. E são elas que dão sabor a vida, que a torna única e sem volta.
.
Com o passar do tempo as decisões vão ficando mais difíceis, mais complexas e com consequências mais impactantes. E temos cada vez menos tempo de repará-las, caso algo não saia como o imaginado. Mas é esse mesmo tempo que cura o que der errado.
.
A alegria de um acerto, de um sucesso, faz com que se veja mais futuro à frente. Dá ânimo para uma nova conquista, batalhar pelo que se deseja. Só não dá para fraquejar. Sempre dar um gás a mais, ir até o limite ou ultrapassá-lo. Lutar.
.
Ando pensando nisso porque vou ter que tomar algumas decisões difíceis esses dias e sei que isso vai refletir no meu humor. Me afastei de algumas pessoas de quem gosto muito, outras se afastaram porque queriam e isso tem me deixado um tanto quanto chateado. Não gosto de estar só, de me sentir só. Passo a maior parte do tempo sem saber como andam meus amigos. Isso me machuca, mas também vai me fortalecer para enfrentar o que vem pela frente.
21 julho 2007
Vai saber... quem souber me salve!
Tuntz, tuntz, tuntz. Luz negra. Estroboscópio no ritmo. Tuntz, tuntz, tuntz.
.
.
Foi a noite toda nesse ritmo. Além de muita bebida e gente circulando. Esteiras, quartos coloridos, pegação. E mais tuntz, tuntz, tuntz.
.
A festa foi boa. só não foi ótima porque trabalhei a noite toda e não tive muito tempo pra circular e conversar. Ainda assim valeu a pena. Esse foi o segundo biolounge. Só dá para falar até aqui. O resto só depois das 22h. E olhe lá.
.
PS1: Carol, pode responder aqui mesmo. É mais legal.
PS2: Grazi!, que bom que vc se identificou com o texto. Sinal de que nem tudo esta perdido. =D
PS3: Tai, trate de dar mais atenção ao meu orkut.
PS4: Quel, senti sua falta na festa. Muito brochante essa sua saída repentina.
PS5: Márcia, saio mais com você não. Dá trabalho demais.
PS6: Dani Caroline, quem levou zoinho pra festa???
19 julho 2007
Já foi ou já é?
Tenho reparado um pouco mais ao mundo à minha volta e estou achando que perdi o bonde em algum lugar. Não reconheço mais as modalidades de flertes utilizadas pelas pessoas de hoje me dia.
.
Antes era algo muito mais tranqüilo, mais devagar. Não me venham dizer que sou velho, pois já sou da geração do ficar. Só que agora as formas para se xavecar (quem já usou esse verbo ai levante o braço) são muito mais diretas e físicas, quando não violentas. Minha pouca percepção não vê mais troca de olhares comedidos, insinuações discretas e conversas amigáveis. Só um puxão pelo braço e um tentativa de estupro bucal.
.
Não vou fazer juízo de valor sobre o que cada um acha ou deixa de achar, mas que me sinto deslocado desse mundo, me sinto sim. Não consigo agir como as pessoas de hoje, me sinto deslocado e sem ação. Se percebo alguém interessante e trocos uns olhares é só eu virar as costas que já tem alguém em cima da menina. E desse jeito eu perco a vontade de tentar algo. Pode ser que isso seja moleza da minha parte, mas prefiro acreditar que o meu modo de agir é que é diferente. Acredito que esse modo esteja em extinção.
.
Culpados?? Todos nós. Se tudo na vida hoje tem que ser feito mais rápido e de mais cedo, não seria a paquera que iria ficar de fora. As pessoas saem e não estão se importando em criar vínculos, só em contar quantas bocas beijaram ou com quem vai pro motel depois da balada. E nem trocam mais telefone. Isso é careta. Amor livre e relacionamento aberto, tio.
.
Quando procuro as pessoas da minha idade que devem ter uma visão parecida com a minha, encontro-as em relações estáveis, algumas já casadas. E eu nem tenho namorada a mais de ano. Será que vou ficar pra tio? Ser padrinho de um monte de guris e não ter um para eu criar? Espero que não. Só que não vou ser mais um a agarrar o braço de uma garota e forçar um beijo. Isso me dá desgosto.
.
Finalmente entendo porque os jovens de 16 anos de hoje já beijaram mais pessoas que eu na minha vida inteira. Só que eles só usufruíram do físico e esqueceram que toda pessoa pode ser um boa companhia. E isso, para mim, vale mais.
16 julho 2007
Seguir em frente sem negar o que se sente.
Vinícius já disse que a vida é a arte do encontro, embora aja tanto desencontro na vida. Saint-Exuperry, que todo mundo que passa na nossa vida leva um pouco, deixa um pouco ou as vezes não faz diferença. Complicado é ser mestre nessa arte, sabendo medir o valor de cada um.
.
É normal pessoas entrarem e sairem da nossas vidas. Mudamos de ambiente (escola, Universidade, trabalho, etc), de cidade, curtimos férias e festas, sempre conhecendo pessoas novas e, às vezes, interessantes. Difícil é tirar as pessoas das nossas vidas, pois se elas estavam presentes era porque nos importavam de alguma forma. E eu, particulamente, tenho uma enorme dificuldade de me livrar daquilo que me é bem quisto. No entanto, tem horas que não tem como: é mandar pro espaço e andar pra frente.
.
Vai ficar um vazio, uma cicatriz que nunca vai embora e que as vezes vai doer. Só que prefiro da dor da cicatriz do que a da ferida aberta, me consumindo cada vez mais. E a cada despedida o coração fica mais frio, mais duro, mais acostumado a deixar alguém pra trás. Chego a me perguntar: será que perdir o prazer de cultivar amizades?? Plantar é fácil. Dureza é regar e colher, sabendo que o fruto pode ser doce como mel ou amargo como féu.
.
E no fim das contas a lei da entropia deixa tudo em seu lugar. Mas como tem naquela música do biquini cavadão: como é difícil viver carregando um cemitério a cabeça...
........................................................................................................................
Já percebi que não dou sorte com pessoas com um certo nome. Paciência.
15 julho 2007
Cansei!!!
Bom, depois de mais alguns bolos, desisti de marcar alguma coisa com alguém. Se as pessoas não me dão valor, vou dar eu mesmo.
.
Não sou idiota pra ficar sempre esperando, esperando, esperando e depois, nada. E nem ao menos recebo um aviso de que não vai dar. Simplesmente não me falam nada. E depois ainda vou perguntar...
.
Pois bem. Já fiz o favor de apagar alguns telefones da agenda do meu celular. Como não sei os números decorados, não tenho como ligar. E se me ligarem não saberei quem é. Ótimo!!!
.
Assim não preciso mais ficar fazendo esforço para aceitar as desculpas das pessoas que não me dão valor.
.
Ontem fui pra Derrota. Já não tem mais o mesmo clima de antes, tem muita gente nova (guris mesmo), as bandas já não são as mesmas. Enfim, as mudanças de sempre nessa cidade. Mas ainda assim deu para curtir, graças aos poucos conehcidos na festa. Ah, e conheci mais uma pessoa legal. =D
.
Brasil é hepta!!!
.
Talvez eu veja o Harry Porter. Ou veja a copa América.
13 julho 2007
Derrotaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!
Bom, o post de hoje era para ter sido publicado ontem. Mas sexta feira 13 pode dar azar. Até mesmo quando já é dia 14. =)
.
A sexta foi uma sexta comum. Trabalho, casa. Dormir, acordar, levar mais um bolo da Pequena e ficar no micro até a hora de dar sono. Tudo como previsto.
.
Terminei de ler umas revistas, escutei música, bati papo e morguei. Não vi a abertura do Pan. Nem devo assistí-lo. Perdi completamente o saco para televisão. Prefiro ler o Jacaré Banguela ou o Kibeloco.
.
E hoje a noite tem Derrota. Ano passado não pude ir pois estava incapacitado fisicamente, mas este ano devo marcar presença. E como de costume, não sair derrotado de lá.
.
Essa semana vai bater o record de post. E depois a farra acaba, pois vou voltar a escrever quando tiver algo interessante a me incomodar.
.
Inté.
.
.
.
PS único: Pequena, como você consegue??? Não sei o que me leva a ainda falar com você... Deve ser amor. Ou então alguma provação espiritual.
12 julho 2007
A união faz a história
Ontem ocorreu a primeira assembléia após a deflagração da greve, para se deliberar sobre a continuidade ou não da mesma. Antes foram repassados os pontos de pauta e explicado mais uma vez do porque da reinvidicações. Achei todo o processo muito bem feito, o discusso estava de ótimo nível.
.
O movimento pro-Aula se fez presente, participando e fiscalizando todo o processo. Se tinham muito eram 5 pessoas.
.
O resultado: 661 a favor da continuação da paralização, 280 contra e 2 abstinências. Pela segunda vez um assembléia com um número considerável de participação.
Nesses 20 dias de paralisação já se conseguiram alguns avanços, mas ainda se considera pouco. Vamos À frente.
.........................................................................................................................................................................
Depois de 4 dias de insônia consegui dormir direito. O dia foi bem cansativo e aproveitei o cansaço pra dormir. Às 1:30 da manhã.
.
Acordei às 7h e me aprontei para o trabalho. Tive que ir andando, pois o carro está na oficina (de novo!!). Isso que dá ter meio de transporte sentimental.
.
Hoje acho que consigo ter um dia tranquilo. Isso significa dormir antes das duas da manhã, acordar às 6:30, nada do meu quarto dar defeito e nem minha mãe encher o saco.
Assinar:
Postagens (Atom)