21 agosto 2007

O trem está saindo da estação

Agora a parte do ENEB. Essa tem mais detalhes e um tanto de subjetividade, havendo divergências entre algumas pessoas que conheço e participaram do encontro. Então isso aqui é a MINHA visão.

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O ENEB começou pra mim na quarta antes do seu início, pois participei do curso de coordenado de grupo que foi oferecido pela CO. Como havia muito calouro de curso e de encontro, além de pessoas de outros cursos, achei um ótima sacada e deveria se tornar obrigatório, junto com o curso de construção coletiva. O curso foi interessante e ajudou a me enturmar com uma galera completamente desconhecido. Só faço ressalvas ao excessivo número de dinâmicas aplicadas. Bicho grilagem pesada.

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O grupo de coordenadores funcionou muito bem. Fiz algumas boas amizades e dei partida em outras, mas na correria do encontro não dá muito tempo pra conversas. Infelizmente.

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O encontro começou de verdade no sábado dia 11, quando os primeiros ônibus começaram a chegar. Ainda estávamos no corre-corre pra aprontar várias coisas, então foi meio que na base do deus nos acuda. A galera do nordeste chegou so de madrugada, já no domingo. Chegando levei a galera pra dar um voltar e acabamos tomando café as 6:15 da manha. O resto do dia vou arrumando coisas e quebrando galhos. A Abertura foi muito boa, mostrou bem o que seria o resto do evento: um tapa nas nossas caras para nos fazer abrir os olhos e ver o mundo que estamos construindo.

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Na segunda teve a reunião dos multirões e a divisões dos grupos menores. Como coordenador do multirão abelha, espécie mamangava, tinha um trabalho desafiante pela frente: fazer com que a galera participace dos espaços e dos debates no meu grupo. E pra ajudar meu serviço a primeira mesa foi desconexa com o tema proposto. Achei que ia tudo por água abaixo, mas o grupo deu muito certo. Pela primeira vez vi algo que não fosse imposto em encontros de biologia funcionar a contento. Ai veio outro problema: o pouco tempo do espaço. A galera tava afim de debater mais, só que acabou a hora. Aí veio a pre vivencia, quando fui coordenador de uma delas. Achei interessante a instiga que o povo estava. Meu trabalho havia terminado até a quarta pela manhã.

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Terça foi descanso e reunião, além de muitas gargalhadas. Saimos eu e uns amigos para conversar, bater papo, gastar tempo. Legal demais, sendo que a noite foi embora numa reunião.
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A quarta chegou mais rápido do que o esperado, e aí foi hora de gastar tempo no bar, no período das oficinas. Como essas coisas fazem bem. De noite foram as pós vivêcias, da qual eu gostaria de ter participado, mas não pude pois tinha que fazer cerimônia para o facilitador do GD de mídia no outro. O nome dele é Laerte Braga. Coroa gente finíssima. O GD foi esvaziado porque na noite anterior a cultural foi pesada. A tarde, na mesa dois, as coisas foram mais produtivas. Apesar de termos menos pessoas no grupo, a coisa fluiu como da primeira vez. Na sexta foi espaço MEBio pela manhã nos grupos e de tarde em assembléia. Espaços válidos como preliminar da Assembléia Nacional do sábado.
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A assembléia transcorreu sem maiores percalços, sendo votados alguns pontos do estatuto. Depois foram 25h de viagem de Viçosa a Aracaju. Muita coisa rolou no onibus, mas eu não estava com saco. Muita coisa na cabeça.
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O final desse relato foi corrido por falta de disposição devidos a algumas conversas durante a noite. Ai a cabeça foi pras cucuias e perdi o fio da meada.
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Farei um outro relato sobre as pessoas durante a viagem.

Um comentário:

tai disse...

Bom, eu nunca fui para esses ENE-s da vida, então não tenho muito o que comentar por aqui, não é? Mas deixo a presença registrada. Beijos!