03 julho 2008

Vagas luzes voam
por dentre o véu da noite.
Reluzem. Somem. Tornam a brilhar.
Como estrelas a dançar.

Vagam luzes, flutuam.
Alumeiam meu pequeno mundo concreto,
estrelas num céu desbotado, sem luar
preste a desabar.

Vagalumes, loucos, iluminam minha solidão,
banhada de escuridão e de sonhos sofridos.
Não demora o sol inclemente levantar
e eu contar mais um sono perdido.

4 comentários:

Carol disse...

Como eu te falei, te dou mais crédito sabendo que vc quem escreve seus poemas. Muito interessantes e bem escritos! Hi-five!:D
Beijos

Graziele Alencar disse...

Insônia é horrível, mas com essa solidão doída é melhor que o dia nasça mesmo.
Beijos.

Mairla disse...

nossa, como isso aqui ficou com uma cara linda x)
gostei mesmo.

beijos :*

Grazielle disse...

Sem dormir de novo? Não... tava tão bem dormindo primeiro que eu!