19 novembro 2007

Como é díficil viver carregando um cemitério na cabeça.

Esse fim de semana eu enterrei um morto. Não, não foi nenhum ente querido, amigo, conhecido ou desconhecido. Foi tão somente um peso que carregava nas costas, um fardo que me cansava. Mas não mais.


Em certos momentos da vida temos que tomar decisões que além de difíceis não sabemos se serão as mais certas. A resposta disso só com o tempo.


E o tempo me deu uma boa resposta. Agora tenho certeza de que foi a mais correta, a menos danosa. O espólio disso foi o fim de uma amizade. Porém saimos vivos. E cada um vivendo sua vida.


É chato deixar pessoas queridas pra trás, como se elas não tivessem existido. Porém, pior que isso, é ficar sofrendo por algo que não tem mais jeito. Como diz o ditado: o que não te remédio, remediado está. Ô remedinho amargo!!


Agora é bola pra frente e o que vier será lucro.


R.I.P.

Um comentário:

Grazinha disse...

uahahahahahahaha....

EU FAÇO ISSO TB... Minha mãe me fala que eu sou praticamente uma serial killer... mas cá pra nós... Melhor esquecer que a pessoa existe do que guardar rancor dentro de si. A segunda opção me parece muito mais venenosa.


Boa semana Thito.


P.S.: Nó... eu já tinha percebido as semelhanças há tempos... rsrsrsrs